Na reta final do Baianão, todo cuidado é pouco!

Todo ano vários clubes tentam a sorte na fraca, porém disputadíssima Série A do Campeonato Baiano, mas apenas quatro ou cinco estão realmente habilitados para brigar pelo título. O resto dos participantes se limita a sonhar com vagas em competições nacionais ou, em casos extremos, lutar contra o rebaixamento. Entre os concorrentes desta edição de 2019, somente Vitória, Bahia de Feira, Bahia, e Vitória da Conquista não sabem o que é cair para a Segunda Divisão, com o agravante o Conquista estar na elite apenas desde 2006.

Dito isso, existe uma tendência forte entre os clubes do interior de eventualmente brigarem nas posições inferiores da tabela. O time em apuros da vez é o Jacobina, mas dadas as circunstâncias do decorrer do campeonato, o Jequié deve tomar cuidado para não entrar nessa disputa.

Diante do histórico de rebaixamentos no Baianão, é justo que citemos falhas reincidentes que, se tornando uma bola de neve, podem culminar no cumprimento de uma cartilha, de um “Manual do Rebaixamento”.

Montagem do time feita de forma precária, dirigentes que lutam pelos próprios interesses em detrimento do clube, não conseguir somar pontos em seu próprio estádio, brigas por poder e falta de comando (ingerência) são itens constantes nesse manual.

Os problemas pelos quais o Jequié passa nessa reta final de competição (a exemplo da saída de Carlos Rabelo, Ítalo Oliveira e Roberto Júnior) são contornáveis, mas se mal administrados, podem se transformar numa bola de neve e complicar a situação.

É o Jacobina, como dissemos, o maior preocupado da parte debaixo da tabela. mas nunca é demais alertar – como há muito se vem alertando – sobre os perigos da curta estrada da competição: ‘quem avisa amigo é!’

Por Equipe Bola de Ouro / Felipe Fontes


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