Gustavo Scarpa: mandado de segurança é negado, e jogador segue sem poder defender o Palmeiras

Em votação realizada nesta quinta-feira, a SEDI-II (Seção Especializada em Dissídios Individuais II) do TRT-RJ (Tribunal Regional do Trabalho do Rio de Janeiro) negou, por 8 votos a 3, o pedido de mandado de segurança feito pelos advogados do meia Gustavo Scarpa.

Eles requeriam que o atleta, que atualmente está vinculado ao Fluminense, pudesse retornar ao trabalho e defender o Palmeiras, que o contratou em janeiro deste ano, até que a decisão em 1ª instância do tribunal carioca seja divulgada.

Com isso, o atleta continuará na mesma situação em que está hoje e terá que esperar sair a sentença da juíza Dalva Macedo, 70ª Vara do Trabalho, sem sequer frequentar as instalações palestrinas.

O atleta também não vem treinando nas Laranjeiras e aguarda o resultado do julgamento desde abril.

E como a questão segue indefinida na Justiça, aliás, o “Verdão” ainda não pagou as luvas que havia combinado com Scarpa e seu estafe.

Até agora, o meia embolsou apenas o primeiro mês de salário no “Verdão”, mais o valor proporcional dos dias trabalhados no segundo mês, até que a Justiça cassou a liminar e o impediu de seguir em ação pela equipe palestrina.

O Palmeiras, por sua vez, impôs prazo de carência de 60 dias para iniciar o pagamento das luvas e comissões que, com salários, somarão aproximadamente 6 milhões de euros (R$ 27,82 milhões, na cotação atual) em três anos.

Como antes desses dois meses a Justiça obrigou Scarpa a se afastar do clube paulista e voltar ao Fluminense, porém, o time alviverde não chegou a depositar a quantia mais elevada acertada na assinatura do contrato.

Por ESPN.com.br

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