Aroldo Moreira reprova futebol da Juazeirense na estreia e pede reforços

O técnico Aroldo Moreira não gostou do desempenho da Juazeirense na estreia no Campeonato Baiano. Após liderar o placar por duas vezes ao longo da partida, o Cancão de Fogo cedeu o empate de 2 a 2 contra o Atlético de Alagoinhas. O duelo aconteceu na tarde do último domingo (20), no Estádio Adauto Moraes, em Juazeiro. O comandante da equipe do Vale do São Francisco pediu reforço no elenco.

Foto: Glauber Guerra / Bahia Notícias

“Foi um jogo difícil. O Atlético é um time bem montado, aproveitou a base da segunda divisão e o nosso time se reestruturou durante a pré-temporada, perdemos jogadores… A equipe não fez um bom jogo. Fizemos 1 a 0, fizemos 2 a 1 e no último minuto do segundo tempo, numa falta lateral, infelizmente o zagueiro foi infeliz e meteu a mão na bola dentro da área. Nós não jogamos o futebol que o time pode jogar. Precisamos de reforços e espero que eles cheguem o quanto antes”, analisou em entrevista ao Bahia Notícias.

Apesar da necessidade de qualificar o grupo, Aroldo Moreira disse que, no momento, não tem nenhum jogador próximo de ser contratado pelo Cancão de Fogo. Porém, ele terá uma reunião com o presidente do clube, o deputado estadual Roberto Carlos (PDT), e com o diretor de futebol Sérgio Fernandes ainda nesta segunda-feira (21).

“Vamos ter uma reunião e espero que saia uma solução para a gente”, falou.

Na próxima rodada do estadual, a Juazeirense vai encarar nada mais nada menos do que o Bahia, em plena Arena Fonte Nova, na quarta (23), às 20h30. Para dificultar ainda mais as coisas para o time do interior, o técnico do Tricolor Enderson Moreira já avisou que usará o time principal.

“Para mim ninguém facilita não, minha vida é assim mesmo. A vida é feita de desafios. É melhor jogar contra a equipe principal do que contra o sub-23 esperando um resultado bom para a gente… Se a gente perde também foi para o sub-23… Então é ter tranquilidade, o Bahia é um timaço, mas espero que a gente faça um jogo melhor do que fizemos em casa”, disse.

Por Leandro Aragão

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